junho 15, 2005

EUGENIA

M nunca gostou de Eugénio; S trá-lo consigo no coração.

Faz sentido.

Para quem se criou no realismo socialista, a urgência do amor soa a gadanhice, franqueza fraca.
Para quem vive - como os non engagés vivem - num mundo de sentidos e sentimentos, Eugénio é muito bom, sabe muito bem.

Sendo eu filho da contra-revolução, naturalmente me inclino para Eugénio. Que se lixem as ortodoxias. Uma página sua vale por mil revoluções.

1 comentário:

f. disse...

hummmmmmmmmm. hum-hum.