junho 01, 2006

SIM, SIM...


Só mesmo quem nunca passou pela Função Pública é que pode achar que, pelo facto de passar a haver menos funcionários, a produtividade vai aumentar.

É que é já a seguir.

9 comentários:

Pedro disse...

E

Sr. Silveira

quanto à sua identificação nominal, não estando esta caixa de comentários filiada na rede da BT, ela é por demais insuficiente. Será o senhor Silveira o autor de um CD de cançonetas que tenho cá por casa? Um primo ou descendente do técnico que vem cá a casa livrar-me dos problemas da instalação eléctrica? O mesmo senhor Silveira que assina as comunicações que a DGF me envia?
Senhor Silveira, lá por ser Marco isso não o torna menos anónimo para mim.
You might as well be anybody (se me perdoa o francês, já que o senhor não o é).

Marco Silveira disse...

Sr. Pedro:
As suas últimas palavras soaram-me a amúo...
Na verdade, há identificações com as quais não me identifico mesmo. A primeita das quais considerar que costumo ter "bocas" irreflectidas, porque, se reparar bem, fazia uma citação das suas palavras escritas...
Deverei ser mesmo lento de compreensão, uma vez que não percebo qual a relação com o Silveira que diz conhecer, que a mim não conhecerá de certeza.
Não serei assim tão anónimo para o senhor, apenas porque o tenho questionado e mostrado que, talvez, um dos seus defeitos ser o falar (escrever no caso!)muito, mas também muito desorganizado e superficial.
Parece ter-se enervado, mas. se quiser, volto ao meu anonimato, deixando-o a deambolar nas sua bocas desconexas... Como o senhor Pedro, serei de igual modo feliz...

Pedro disse...

Então senhor Silveira, essa análise nem parece sua, de tão superficial... Amuos? Isso é para namorados despeitados! Eu continuo é à espera que explique porque é que - ao contrário do que escrevi - a produtividade dos funcionários vai aumentar com a diminuição de efectivos. A produtividade real claro, não a estatistica....

Marco Silveira disse...

Sr. Pedro:
Não imagina como fiquei contente por saber que não está amuado. Via-o tão calado! Estava a pensar desistir de o vistar.
Respondendo à sua pergunta que, de modo nenhum,me escuso de rsponder: PODERÁ aumentar se houver menos gente a nada fazer e os que, eventualmente, trabalham o façam com afinco. Afinal, não lhe parce simples. Depois, parce ter medo das estatísticas, mas elas são necessárias, mesmo se não infalíveis...
Muito gosto de o rever!!!

Pedro disse...

Sr. Silveira,
Começo a acreditar em bruxas... Então o senhor que nega ser cada um dos Silveiras que citei, alega ter estado a ver-me calado? A ver-ME??? Como, Senhor Silveira? Como? Será um desses casos insólitos de percepção extra-sensorial a quem os cientistas militares da ex-URSS dedicaram tanto tempo e labor nas suas tentativas de conquistar ao Ocidente a superioridade militar através de poderes sobrenaturais?
Ai, senhor Silveira que me deixou cheio de desconfianças da privacidade do meu lar... Agora, sempre que ligar o computador, vou questionar-me se não estará do seu lado do ecran a ver-me calado... Ou será que - hipótese ainda mais perturbadora - me colocou uma escuta? Não me diga que, afinal é o Silveira da Procuradoria... ou o Silveira da Judite? Justificava-se assim o seu amor pelo funcionalismo público...
E, a propósito do dito, deixe que lhe diga que o seu raciocínio não é estatístico - é aritmético. De facto, é rigorosamente verdade que, se as pessoas trabalharem mais produzirão mais trabalho.Inversamente, se para o menos trabalho houver menos trabalhadores para o executar, aumentará a quantidade produzida por cada um. Ora, meu caro senhor Silveira, ainda que devidamente estruturado, este raciocínico é completamente disparatado! Acha mesmo que a qualidade e a quantidade de produção de trabalho no funcionalismo público é inversamente proporcional ao número de trabalhadores? Imagina que, perante mais trabalho e com os mesmos estímulos, sejam eles remuneratórios ou psicológicos, a motivação para fazer mais e melhor aumentará? Ora adeus.
Só se fôr no Planeta Irreal das declarações televisivas onde a relação entre a realidade e o que se fala é pura coincidência e cada declaração tem um tempo de validade rigorosamente limitado ao aparecimento da próxima referência ao assunto...

Marco Silveira disse...

Sr. Pedro:
Verdade! Tenho estado mesmo a ver o seu silêncio! Mas vejo, continuo a ver, que, afinal, os santos populares lhe fizeram bem. Não que lhe facilitacem a capacidade argumentativa!...
O meu raciocínio não é nada aritemético. A acreditar na Economia, como ciência, é de crer que o valor acrescentado vai diminuindo, em quantidade e qualidade...
Depois, mesmo relativizando as estatísticas, elas têm valor científico!!!

Pedro disse...

Mas quais santos populares senhor silveira! Até parece que não vive cá!
Não sabe que a vidinha não está para festas? Que a crise come todos os recursos familiares e se acabaram as férias no Brasil, o Carnaval na Serra Nevada e os DVDs na FNAC? Nem lagosta no Gambrinus quanto mais sardinhas em Alfama (1,5€ cada uma)!
E, além disso, santos já há muito poucos... Concedo que descobrir um hoje em dia dá vontade de rir e melhora a disposição, mas eles são tão raros... Talvez lá por Bruxelas se encontrem alguns, na Comunidade, no clube português, com espírito de missão... agora por cá... zut!

Marco Silveira disse...

Sr. Pedro:
Vivo cá! Olhe que vivo mesmo! Mesmo se a crise é grande, nisso estamos de acordo, a aragem do ambiente das festas e o cheiro das sardinhas, só por si, poderiam ter produzido efeito no seu ânimo!
Mas, deixe que lhe diga, mesmo se se queixa da crise, quer-me parecer que tem uma cultura gastronómica elevada. Pelo menos, não me sinto minimamente capaz de o rivalizar! Sortes da vida? Opções? Não sei, nem talvez interesse saber!!!

Pedro disse...

Sr. Silveria,

deixe lá a cultura gastronómica que, neste país, nem essa cultura paga as contas da casa!
E, se vive cá, não deveria. Porque não vai para a Europa? O mundo precisa de intervenientes como o senhor! Para além disso, far-lhe-ia bem - conquistaria a cultura gastronómica que - aparentemente - lhe faz tanta falta e poderia então dar largas à sua crítica nos meus posts sobre a mesma.
Sempre seria mais engraçado discutirmos sobre um civet de lebre ou uma omelete de trufas do que à volta desses pobres futuros-indigentes que são os nossos public servants.
Não acha?
Mande notícias que, daqui a pouco, para a Europa vou eu!